Ação nacional fortalece a vigilância epidemiológica e amplia a identificação de possíveis casos não notificados

FOTO: Divulgação/ FVS-RCP
A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) reforça, nesta quarta-feira (04/11), o Dia “S” – Dia de Mobilização Nacional de Buscas Ativas de Sarampo e Rubéola. A iniciativa mobiliza as vigilâncias epidemiológicas municipais para identificar possíveis casos que não foram detectados ou notificados pelos serviços de saúde, fortalecendo a prevenção e a resposta oportuna às doenças.
A mobilização contempla duas estratégias: a Busca Ativa Institucional (BAI), realizada por meio da revisão de registros e atendimentos em estabelecimentos de saúde, e a Busca Ativa Comunitária (BAC), que identifica pessoas com sintomas suspeitos nos territórios. A execução das atividades municipais ocorre de 4 a 14 de novembro de 2026.
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca a importância da integração entre estado e municípios. “O Dia ‘S’ fortalece a vigilância epidemiológica e amplia nossa capacidade de identificar oportunamente possíveis casos suspeitos. A atuação integrada das equipes é essencial para proteger a população e evitar a circulação dessas doenças”, salienta.
Segundo o diretor de vigilância epidemiológica da FVS-RCP, Alexsandro Melo, a busca ativa permite identificar situações que podem não ter sido registradas pelos serviços de saúde. “É fundamental revisar os atendimentos e observar pessoas que apresentaram febre e manchas avermelhadas na pele, especialmente quando acompanhadas de outros sintomas. A identificação de casos suspeitos deve ser seguida de notificação e investigação epidemiológica”, orienta.
As vigilâncias epidemiológicas municipais deverão encaminhar os resultados consolidados à FVS-RCP até 16 de novembro. A Busca Ativa Laboratorial (BAL) ficará sob responsabilidade do Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), não integrando o fluxo das atividades municipais. A FVS-RCP aproveita a oportunidade para reforçar que a vacinação é a principal medida de prevenção contra o sarampo e a rubéola.







