Exposição sobre Zezinho Corrêa estreia em outubro na Casa Luppi

A mostra conta com um acervo de mais de 1.500 itens entre fotos, figurinos, móveis e objetos de uso pessoal do artista. A visitação será gratuita

A exposição Amazonas, Rio da Minha Vida – A Arte de Zezinho Corrêa, com abertura no dia 23 de outubro, apresenta o acervo pessoal e artístico do artista amazonense, além de ressaltar sua trajetória de conquistas e premiações fonográficas, por meio de registros audiovisuais. A mostra será na Casa Luppi, no Centro de Manaus.

O cantor, nascido na comunidade de Imperatriz, em Carauari, ficou conhecido mundialmente por divulgar a cultura do Amazonas. Zezinho Corrêa faleceu em fevereiro deste ano, vítima do Covid-19 e deixou um legado de mais de 1.500 itens, entre fotos, imagens, prêmios, figurinos, móveis e objetos de decoração. Acervo que foi resgatado pelo produtor cultural, Luppi Pinheiro, idealizador da exposição e amigo do artista. “Muita gente que ama o Zé, o conhecia apenas como cantor, dos shows que fazia e empolgava o público, mas, na exposição, o público vai conhecer a intimidade do Zezinho na casa dele, objetos pessoais, móveis, fotos de infância, com a mãe, roupas e tantas outras coisas importantes para os amigos e, mais ainda para os fãs, que terão a imagem do artista preservada na sua totalidade”, disse Luppi.

Entre os objetos mais raros e admirados, o produtor cita a Bíblia que carrega marcações de trechos significativos. “Ele tinha este hábito de ler a Bíblia e marcar o que considerava importante. A religiosidade e a fé sempre foram muito presentes na vida do Zé”, complementa.

*Ambientação*

A exposição Amazonas, Rio da Minha Vida – A Arte de Zezinho Corrêa tem a curadoria de Mário Pollari e representa o resultado de um elaborado trabalho de pesquisa. A mostra ocupará uma área de 1000m2 e terá início no dia 23 de outubro, seguindo com visitação até o dia 21 novembro.

O desafio de fazer uma exposição presencial, para o produtor, foi unânime por toda a equipe, que conta com mais de 20 pessoas envolvidas. “Poderíamos fazer uma mostra digital, mas a ideia é que o público se sinta abraçado pelo Zezinho. No formato presencial, as pessoas vão tocar nos objetos dele, vão se encontrar e compartilhar histórias em comum. Essa exposição não poderia ser diferente”, conclui Luppi. Vale ressaltar que a organização seguirá todos os protocolos de segurança, como uso de máscara, distanciamento social e álcool à disposição.

Tags

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar