Governo do Amazonas recebe mais três usinas de oxigênio para o interior

O Governo do Amazonas recebeu nesta terça-feira (16/02), outras três usinas para produção de oxigênio medicinal que serão destinadas a municípios do interior do estado. O material é a última remessa de um total de cinco usinas doadas ao estado pela União BR, movimento da sociedade civil organizada, que tem auxiliado cidades brasileiras no enfrentamento à pandemia de Covid-19.

O maquinário chegou a Manaus transportado em uma aeronave militar modelo C-130 Hercules, que pousou na base da Força Aérea Brasileira (FAB), situada no Aeroporto Ponta Pelada, zona sul da capital, por volta das 16h. Todo o procedimento de logística foi realizado em conjunto com o Governo Federal, por meio dos ministérios da Saúde e da Defesa.

Das três usinas recebidas nesta terça-feira, duas possuem capacidade para a produção de 10 mil metros cúbicos (m³) de oxigênio por hora; e uma possui capacidade de produzir 20 mil metros cúbicos de oxigênio por hora. Elas se juntarão a outras duas usinas, enviadas pela União BR, que chegaram ao estado na noite de segunda-feira (15/02), ambas com capacidade de produzir 10 mil metros cúbicos de oxigênio por hora.

As cinco novas usinas serão enviadas para os municípios de Codajás, Tapauá, Apuí e Urucará; cada um receberá uma usina com produção de 10 mil m³/hora; e Santo Antônio do Içá receberá a usina com produção de 20 mil m³/hora. Os envios serão feitos por via aérea e fluvial, com todo o planejamento de logística, sob responsabilidade do Ministério da Saúde junto à FAB e à Marinha do Brasil.

Suprimento – As usinas recebidas nesta semana reforçarão a produção independente de oxigênio em hospitais da rede pública de saúde, situação que vem sendo solucionada com medidas efetivas do Governo do Amazonas, que hoje apresenta um quadro de estabilidade na produção do insumo.

Na última semana, mais quatro usinas produtoras de oxigênio entraram em operação, totalizando 26 já instaladas na capital e no interior pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra); e pelo Ministério da Saúde, com o acompanhamento de técnicos das fabricantes.

FOTOS: Arthur Castro/Secom

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