Operação de combate à poluição sonora apreende equipamentos e devolve sossego a moradores

A fiscalização ambiental da Prefeitura de Manaus realizou na noite de sábado, 15/6, e madrugada deste domingo, 16, mais uma operação de combate à poluição sonora, juntamente com a Central Integrada de Fiscalização (CIF), coordenada pelo Centro Integrado de Comando e Controle da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).

A ação, solicitada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), realizou abordagem a cinco estabelecimentos e fez a apreensão de equipamentos e, em um deles, de mobiliários que obstruíam espaços públicos nos bairros Santo Agostinho e Alvorada, zona Centro-Oeste, e Novo Israel, zona Norte.

Em um dos estabelecimentos, uma boate que funcionava irregularmente em cima de uma vidraçaria, próximo à sede do Governo do Estado, foi feita a apreensão dos equipamentos sonoros e lavrado auto de interdição para uso de som. Já no bairro Novo Israel, um bar clandestino que tirava o sossego da vizinhança, causando transtornos inclusive a uma criança autista, recebeu autos de apreensão e interdição.

Segundo o fiscal da Semmas Davi Fernandes, os estabelecimentos foram alvos de diversas denúncias. Além dos equipamentos sonoros, um pagode, situado na Rua Criciúma, no Alvorada, teve todas as mesas e cadeiras que obstruíam o passeio público e a via apreendidos. “O responsável por esse estabelecimento fechava a principal rua do bairro e costumava intimidar a fiscalização de quaisquer órgãos que fossem lá”, comentou o fiscal.

Foram apreendidas 91 cadeiras e 38 mesas do pagode, que teve multa aplicada pelo Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), no valor de 10 Unidades Fiscais do Município (UFMs), o equivalente a aproximadamente R$ 1.050,00.

A operação contou com a participação do Batalhão Ambiental da Polícia Militar, Secretaria Executiva do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, vinculada à Casa Militar da Prefeitura de Manaus,  Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Implurb, Vigilância Sanitária, Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Juizado da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas.

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Texto – Júlio Pedrosa / Semmas

Fotos – Divulgação / Semmas

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